Livro: O Nome do Vento – A Cronica do Matador do Rei: Primeiro Dia 
Autor: Patrick Rothfuss
Ano: 2009
Paginas: 650 
Editora: Arqueiro

Sinopse: Ninguém sabe ao certo quem é o herói ou o vilão desse fascinante universo criado por Patrick Rothfuss. Na realidade, essas duas figuras se concentram em Kote, um homem enigmático que se esconde sob a identidade de proprietário da hospedaria Marco do Percurso.
Da infância numa trupe de artistas itinerantes, passando pelos anos vividos numa cidade hostil e pelo esforço para ingressar na escola de magia, O nome do vento acompanha a trajetória de Kote e as duas forças que movem sua vida: o desejo de aprender o mistério por trás da arte de nomear as coisas e a necessidade de reunir informações sobre o Chandriano – os lendários demônios que assassinaram sua família no passado.
Quando esses seres do mal reaparecem na cidade, um cronista suspeita de que o misterioso Kote seja o personagem principal de diversas histórias que rondam a região e decide aproximar-se dele para descobrir a verdade.
Pouco a pouco, a história de Kote vai sendo revelada, assim como sua multifacetada personalidade – notório mago, esmerado ladrão, amante viril, herói salvador, músico magistral, assassino infame.
Nesta provocante narrativa, o leitor é transportado para um mundo fantástico, repleto de mitos e seres fabulosos, heróis e vilões, ladrões e trovadores, amor e ódio, paixão e vingança.
Via: Skoob
O livro me ganhou tanto pela capa quanto pela sinopse, pois adoro essa ambientação fantástica, porem ambos não retraram o livro, mas sim a vida inteira de Kovthe (Protagonista) já que muitos pontos da sinopse não são mostrados no primeiro livro, mas creio que sejam retratados na continuação já que como o próprio Kovthe disse o primeiro dia de sua historia é apenas uma alicerce para mostrar suas reais aventuras.

“Meu nome é Kvothe, com pronuncia semelhante a de ‘Kuouth’, Os nomes são importantes, porque dizem muito sobre as pessoas. Já tive mais nome do que alguem tem o direito de possuir. Meu primeiro mentor me chamava de E’lir, porque eu era inteligente e sabia disso. Minha primeira amada de verdade me chamava de Duleitor, porque gostava desse som. Já fui chamado de umbroso, Dedo-Leve e Seis-Cordas. Fui chamado de Kvothe, o Sem-Sangue; Kvothe, O Arcano, o Matador do Rei, Mereci esses nomes, Comprei e paguei por eles. Mas fui criado como Kvothe, uma vez meu pai disse que isso significava ‘saber’. Fui chamado de muitas outras coisas é claro. Grosseiras na maioria, embora pouquíssimas não tenham sido merecidas. Já resgatei princesas de Reis adormecidos em sepulcros, incendiei a cidade de Trebon. Passei a noite com Fleuriana e sai com minha sanidade e minha vida. Fui expulso da universidade com menos idade do que a maioria das pessoas consegue ingressar nela. caminhei a luz do luar por trilhas de que os outros temem falar durante o dia.”

As descrições são muito bonitas e pouco exageradas, o autor consegue passar com perfeição os detalhes das cenas, da descrição de uma cidade e uma floresta ou a aparência e personalidade de um personagem, por isso me apaguei muito ao Kvothe, senti pena dela, senti a dor dele e esse é um dos pontos que mais gostei no livro, essa interação com os personagens e com o sofrimento deles.
Minha segunda parte favorita na historia são as musicas e os poemas, a tradução ficou muito bem feita e tão bonita quanto a original, esses trechos estão mais presentes no inicio do livro e eu espero que no próximo as rimas também tenham bastante destaque, me lembra um pouco a escrita do Tolkien então Patrick sinta-se honrrado com essa comparação.
“Há tres coisas que todo homem sensato deve temer: o mar durante a borrasca, as noites sem lua e a ira de um homem gentil. “
Depois de sofrer na pobreza como uma criança orfã e pobre Kvothe finalmente vê sua vida melhorar quando decide que irá a Universidade, um homem que viajava junto se sua antiga Trupe o havia instruído no Arcanismo, mas oque ele realmente queria era ter acesso as centenas de livro que ouviu falar e no rumo da universidade foi Kvothe e logo em seus primeiros dias fez oque qualquer pessoa faz em algum momento da vida, um inimigo.
Ambrose é seu inimigo, um jovem Nobre e convencido, Kvothe não tem a menor tolerância com ele e não o teme como os outros alunos da Universidade, com isso Kvothe inicia sua grandiosa popularidade, mas também era um tolo de achar que Ambrose não podia se vingar dele apenas com palavras.
Vocês vão entender meu ódio pelo Ambrose quando lerem o livro, mas não sei se irão odiar Denna tanto quanto eu, ela foi o primeiro amor de Kvothe, o meio deles acredito eu e amaldiçôo a hora em que Bast pediu para que Kvothe c era a pousada Marco contasse sua historia de amor.
Certo que todo mundo tem pelo menos uma historia de amor na vida, mas meio que senti como se Denna fizesse ele de bobo, claramente ela também gostava dele, mas ela não precisava de amor, precisava de aluem que podesse construir uma vida com ela e é isso que eu mais odeio nela, ele estava lá para ela e é complicado eu sei e apesar de suas idas e vindas Denna teve muito destaque na historia, por fim acabei criando uma tregua com ela já que ela nunca fez Kvothe sofrer.
“Dele era a pousada Marco do Percurso, como dele também era o terceiro silencio. Era apropriado que assim fosse, pois esse era o maior silencio dos tres
Por fim o livro aaba revelando que não é apenas a historia de Kvothe que estará em destaque, pois criaturas estão caçando nosso protagonista mesmo escondido como ele está e alguem se mostra muito disposto a fazer o possivel para ver a vida de novo estampada nos olhos dele. posso dizer que O Nome do Vento foi o melhor livro que li esse ano e estou muito ansiosa por sua continuação.
Nota: 5/5
O Temor do Sabio – A Cronica do Matador do Rei, Segundo Dia
Quando é aconselhado a abandonar seus estudos na Universidade por um período, por causa de sua rivalidade com um membro da nobreza local, Kvothe é obrigado a tentar a vida em outras paragens. Em busca de um patrocinador para sua música, viaja mais de mil quilômetros até Vintas. Lá, é rapidamente envolvido na política da corte. Enquanto tenta cair nas graças de um nobre poderoso, Kvothe usa sua habilidade de arcanista para impedir que ele seja envenenado e lidera um grupo de mercenários pela floresta, a fim de combater um bando de ladrões perigosos. Ao longo do caminho, tem um encontro fantástico com Feluriana, uma criatura encantada à qual nenhum homem jamais pôde resistir ou sobreviver – até agora. Kvothe também conhece um guerreiro ademriano que o leva a sua terra, um lugar de costumes muito diferentes, onde vai aprender a lutar como poucos. Enquanto persiste em sua busca de respostas sobre o Chandriano, o grupo de criaturas demoníacas responsável pela morte de seus pais, Kvothe percebe como a vida pode ser difícil quando um homem se torna uma lenda de seu próprio tempo.
Já leram o primeiro livro? Estão tão ansiosos quanto eu pela continuação? Comentem ^^
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Comentários

[Resenha] O Nome do Vento – Patrick Rothfuss

  1. Nossa fiquei impressionada com a resenha e com o livro :D, sua resenha conseguiu captar bastante todos os aspectos do livro, que me deixou bastante curiosa para lê-lo!
    Beijos Cecilia u,u!!
    blogandoseuassunto.blogspot.com

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