Transistor é um jogo independente baseado no sistema de RPG e Sci-fi Action, a primeira coisa que afirmo é que foi uma experiência incrível e que não importa o que você espere do jogo, ele vai sim te surpreender.
Esse jogo é pura arte.
No jogo você incorpora Red, uma cantora que teve sua voz “roubada”, ela é guiada por uma “Espada falante” ou Transistor que dá nome ao próprio jogo, dentro de uma cidade futurista beirando a destruição.
O inicio do jogo pode parecer confuso, tudo que se percebe é que a consciência do namorado[?] de Red está dentro da espada graças a um grupo chamado Camerata também responsáveis pelo roubo da voz da protagonista. E que uma entidade hostil chamado “Process” está se espalhando pela cidade destruindo o que estiver pela frente. No decorrer da historia fica mais fácil de assimilar as informações e conectar os pontos.
Hey Red, We‘re not gonna get away with this are we?”  

A mecânica do jogo é maravilhosa, e o foco está no combate. Ao longo do jogo você destrava novas habilidades, que na verdade são as consciências de outras pessoas que viviam em Cloudbank, o interessante é que sempre que você utiliza a habilidade ela irá liberar uma informação sobre aquela pessoa, e sim, cada uma delas (20 no total) têm influência na cidade e no jogo, e você só pode ficar sabendo todas as informações quando utilizar a habilidade de todas as maneiras possíveis (existem 3 slots, passivo, ativo e melhoramentos). Falando assim parece complicado, mas no jogo dá para entender melhor.
No jogo tudo se completa de alguma forma e você precisa ter cuidado para não ficar imerso em emoção #feels.

No jogo você pode escolher duas formas de combate, livre ou em turnos, usando turnos você pode escolher sua estratégia para eliminar os processos de maneira mais rápida e eficaz, o problema é que ao fim do turno você terá de esperar a barra carregar novamente e ficará vulnerável aos inimigos, coisa que não acontece no modo de ataque livre, é uma questão de gosto.
Para ficar ainda mais interessante você não morre no jogo, mas uma de suas habilidades sofre “sobrecarga” o que te deixa incapacitado de usa-la por algum tempo. O que é frustrante em uma boss batle já que você corre o risco de perder seu ataque mais poderoso e só vai poder realocar a habilidade quando a batalha acabar.

Uma das coisas que eu também amo no jogo são os minigames, eles meio que servem para você praticar suas habilidades, tentar combinações e desafios diferentes, até mesmo ter de eliminar todos os processos m um único turno (essa eu demorei pra conseguir).
Já falei que trilha sonora é maravilhosa?


Grande parte da historia está ali para ser interpretada, não quero dar spoilers e tirar esse gostinho de vocês, é lindo se envolver com os personagens e ser tocado pelo desenvolvimento deles mesmo quando tudo parece confuso.

O que mais eu poderia querer de Transistor? Bom, uma DLC seria mais que bem vinda.
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Comentários

[ Game ] Transistor

  1. Olá.
    Eu não sou muito fã de games,então raramente os conheço,mas esse parece ser tão interessante pelo que você falou.E essas fotos?
    Eu adorei tudo,principalmente o trailer.Gosto muito quando os jogos são assim,sabe?bem trabalhados,com uma boa história e tudo mais…Serião,indo agora atrás desse jogo!
    Beijão 😉
    seessemundofossemeu.blogspot.com

  2. Oi, tudo bom?! Conheci o blog agora e gostei bastante. Já estou seguindo o twitter e curtindo a fan-page. 🙂

    Gente! Que gráfico perfeitos *-* Adorei o jogo….
    Abraços do Dan!
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